Há cerca de um ano partilhei convosco uma das melhores notícias que o meu 2017 meu deu: os meus amigos (já aqui conhecidos) Carolina e Diogo ficaram noivos! Para além de ter o privilégio de acompanhar toda a preparação do casamento, escolher o meu vestido também vai ser um grande momento. Tendo em conta a relação que tenho com os protagonistas, quero mesmo ir, como costumo dizer, a dar tudo. Acho que é a ocasião ideal e claro, é uma ocasião que merece toda essa produção. Como tal, mesmo não sendo a noiva, ando a varrer tudo o que é lojas de vestidos de cerimónia, tudo o que é cores, padrões, cortes... TUDO o que possam imaginar, eu já vi. Já gostei de vários por essa internet fora, mas experimentá-los é outra história.
Há coisas das quais não precisamos propriamente. Gostamos muito delas, achamos tão giras, mas não precisamos daquilo para viver felizes (felizmente!). Mas também é verdade que nos interessamos por determinadas áreas, por determinadas atividades e quando isso acontece, geralmente, vem sempre uma lista interminável de coisas que gostávamos imenso de ter. A coisa ainda fica mais difícil de controlar quando até achamos ter algum jeito e ficamos naquela de "se só com x já faço isto, imagine-se se tivesse y!". É como quando penso se devia estar a poupar para uma Bimby para juntar ao meu enxoval - imaginem como ficariam os meus cozinhados, agora que já me safo melhor na cozinha!
Confusos com este título enigmático? Passo já a explicar. Embora tenha novos dados sobre o meu pé de elefante, decidi que merecem um interregno nesse assunto, só assim para não enjoar. Eu sei também que já vos falei de como foi passado o Dia da Mãe - podem ler esse post aqui -, mas esqueci-me de contar o que aconteceu no dia anterior a esse. Esqueci-me até de partilhar qual foi a prenda que escolhi para oferecer à minha mãe. Por isso cá estou eu hoje, a eternizar esse momento aqui, para que o possa relembrar durante todo o tempo que este blog existir. Isso, e para que possam rir-se também desta situação.
Ora aqui está um post que, se a minha mãe não estivesse de férias esta semana e o lesse no trabalho, já se estaria a rir. Certamente que terá essa mesma reação quando voltar ao trabalho e vier aqui ao blog, porque este é um tema que já nos proporcionu grandes gargalhadas em plena loja. Hoje, venho falar-vos de mules e da minha relação (e opinião) muito pouco definida em relação a este tipo de calçado que parece estar cada vez mais na moda.
Nunca procurei informar-me sobre que tipo de cabelo tenho. Durante muito tempo, para mim, cabelo era só cabelo. Se está muito comprido, há mais hipóteses de estar espigado e aí usa-se um shampoo qualquer que diga ser para cabelos danificados. Está feito, não é preciso grande coisa. Amaciador? Sim, é giro, mas a maioria cheira-me a químicos. Comprar sempre o mesmo shampoo? Porquê, quando há tanta variedade e com embalagens tão giras! Máscaras para o cabelo? Só a paciência para estar ali à espera com aquilo na cabeça. Era basicamente assim que eu via as coisas quando se falava em cabelo. Falo é de barriga cheia, como se costuma dizer, que mesmo sem nunca ter tido especial a atenção, sempre tive um bom cabelo. Ter uma tia cabeleireira também tem as suas vantagens: ficamos logo a saber o que estamos a fazer mal. No meu caso, era muita coisa.
Ontem ia só almoçar com a minha tia e com os meus primos ao chinês. Íamos encher a barriga de sushi e de comida chinesa. Nem tomámos o pequeno almoço - eu sei, não se faz - para nos podermos empanturrar em condições. Era só isso que íamos fazer, depois voltariamos a casa e eu iria pôr todos a ver o The Greatest Showman. Esses planos acabaram por ir todos ao ar e depois de almoço, quando dei por mim, já estava no shopping. Caraças, que é difícil fugir! Logo agora que queria tanto comprar umas jardineiras novas. Bem, já que lá estava mais valia "ver as vistas", não é verdade? Pela foto que partilho com vocês aí em cima, já estão a ver qual o resultado desta tarde.